CARLOS DRUMMOND ANDRADE
É sempre no passado aquele orgasmo,
é sempre no presente aquele duplo,
é sempre no futuro aquele pânico.
É sempre no meu peito aquela garra.
É sempre no meu tédio aquele aceno.
É sempre no meu sono aquela guerra.
É sempre no meu trato o amplo distrato.
Sempre na minha firma a antiga fúria.
Sempre no mesmo engano outro retrato.
É sempre nos meus pulos o limite.
É sempre nos meus lábios a estampilha.
É sempre no meu não aquele trauma.
Sempre no meu amor a noite rompe.
Sempre dentro de mim meu inimigo.
E sempre no meu sempre a mesma ausência.
O VAR, com todas as letras
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O padrão de arbitragem adotado pelo futebol nasceu obsoleto. Nem a melhor
preparação individual conseguiria reduzir seus erros, graças a óbvias
limitaçõe...
Há 5 dias
